Planejamento Financeiro: Como equilibrar as contas no início do ano
09/01/2023 • 14h00min
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Planejamento Financeiro: Como equilibrar as contas no início do ano
09/01/2023 • 14h00min
Para começar o ano com o pé direito, sem dívidas e com as contas organizadas, aprenda a montar o seu planejamento financeiro!
O que você vai ver neste artigo:
Ano novo, contas antigas? Nada disso! A melhor coisa que tem no início do ano é começar com o pé direito, sem dívidas e com as contas organizadas, não é verdade? Para isso, é fundamental ter um planejamento financeiro.
Algumas pessoas acham que planejamento financeiro é um controle para não gastar dinheiro, mas, na verdade, é exatamente ao contrário: planejar é gastar dinheiro de maneira consciente e organizada.
Desse jeito, é possível descobrir quais gastos estão sendo excessivos e quais hábitos de consumo você precisa mudar. Ao fazer um bom plano para o seu dinheiro, é mais fácil manter os gastos de acordo com o que você recebe e ainda a guardar para realizar os seus projetos de vida.
Hoje, vamos dar algumas dicas infalíveis para você organizar suas finanças e equilibrar as contas no início do ano.
Quando o ano vai chegando ao fim, começa a surgir a preocupação com as contas que irão cair no início do ano, desde os tradicionais impostos, como o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e IPVA (Imposto Sobre Propriedade de Veículo Automotor), até gastos comuns dessa época, como materiais escolares, além das faturas das festas de fim de ano.
Para garantir tranquilidade, o ideal é incluir esses gastos de início de ano no planejamento do ano anterior. Se você não conseguiu organizar o seu dinheiro, mantenha a calma e siga o passo a passo para equilibrar as contas e não comprometer os próximos meses.
O primeiro passo para começar a se organizar é o planejamento financeiro. Parece um papo chato, mas se você não souber para onde está indo o seu dinheiro, não vai conseguir alcançar os seus objetivos.
Por falar nisso, os objetivos são fundamentais para manter o foco na disciplina dos gastos. E, olha, não precisa ser expert no assunto, nem entender de finanças ou de planilha para montar o seu planejamento.
Basicamente, é só saber todas as contas principais do mês que precisam ser pagas, todo dinheiro que entra e sai. Essa é a importância do planejamento: estabelecer limites de gastos com coisas indispensáveis para organizar a sua vida financeira.

Você já teve a sensação de que seu dinheiro acabou de um dia para o outro, como se você não soubesse onde o seu dinheiro está indo? Se você chegou nesse estágio, é hora de segurar as rédeas das suas finanças.
Antes de mais nada, é fundamental anotar todos os gastos diariamente para entender os seus hábitos de consumo. E você pode fazer isso de diversas maneiras, em um caderno ou bloco de notas do celular, por exemplo, o que for mais fácil para você fazer no dia a dia. É importante manter a disciplina e seguir esse primeiro passo.
Divida os gastos em três colunas: em uma você deve preencher com as contas fixas, aquelas que você sabe que deve pagar todos os meses; a outra coluna você deve colocar os gastos variáveis essenciais, esses do dia a dia; e na última os gastos eventuais. Confira alguns exemplos abaixo:

Vale lembrar que a lista de gastos varia de pessoa para pessoa, conforme seus hábitos e necessidades.
Para controlar suas despesas, você deve separar os gastos que são essenciais para o seu custo de vida. É mais fácil começar pelas contas fixas, pois você tem certeza dos valores que irá gastar no mês. Ao somar todos esses gastos você vai ter uma ideia do seu custo fixo mensal.
No caso das contas de água e energia elétrica, você sabe que precisa pagar obrigatoriamente todo mês, mas o valor pode variar, correto? A dica é fazer uma média de custo dos últimos meses e colocar como previsão na sua lista de custos fixo.
Já as despesas variáveis essenciais são aquelas que você tem com frequência todo mês, como combustível e alimentação, por exemplo. Essas contas você deve somar junto com os gastos fixos para chegar ao valor do seu custo de vida (gastos fixos + gastos variáveis essenciais = custo de vida).
Por fim, some as despesas eventuais. Geralmente, esses são os custos que você pode economizar.
Depois que você estiver familiarizado com o controle do seu dinheiro, pode acrescentar mais uma coluna no planejamento financeiro e escrever “reserva de emergência”.
Nem que seja aos poucos e em pouca quantidade, guardar dinheiro é um hábito que deve ser feito para garantir estabilidade nas contas. Você pode colocar como um gasto fixo para se “obrigar” a separar uma quantia todo mês.

Evite comprometer a sua renda futura. Isso não significa que é para parar de usar o cartão de crédito, não é isso. O objetivo é manter o foco no presente e que o seu dinheiro seja suficiente para o seu custo de vida.
Por isso, é importante colocar limite de gastos. A ideia de que "a parcela cabe no bolso" pode virar uma bola de neve e comprometer um dinheiro que você ainda não tem.
Outro ponto é evitar parcelas simultâneas. Se você precisa parcelar alguma conta, verifique no planejamento financeiro quando termina uma parcela para começar outra.
Tem dívidas? As contas com maiores juros precisam ser prioridade porque elas comprometem mais o seu orçamento. As dívidas que têm poucos juros você pode reorganizar e negociar com a instituição financeira. A parte mais importante é pagar as contas básicas, como luz, água e aluguel.
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